02história
Chegou à medicina na segunda vez.
Ela quis ser médica desde criança. Eu não venho de uma família de médicos
, conta, e o caminho até o consultório precisou de dois começos.
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01o sonho
“desde criança eu sempre sonhei em fazer medicina”
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02vestibular
“Prestei vestibular, não passei, e então desisti.”
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03farmácia e bioquímica
“Fiz farmácia e bioquímica, trabalhei muitos anos na área, passei em concurso público”
“o amor pela medicina nunca sumiu”
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04medicina, de novo
“eu decidi encarar a faculdade novamente”
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05hoje
“Hoje eu sou muito feliz no que eu faço.”
“Sair do habitual não foi fácil, claro, toda mudança às vezes traz medo”
Se você vem adiando a consulta por medo de mudar alguma coisa, vai conversar com quem já sentiu esse medo e seguiu.
“tô aqui pra cuidar de vocês”
03medicação
o que ela ouve no consultório
“Não quero tomar remédio porque vou virar dependente.”
quem respondeAntes de ser médica, ela foi farmacêutica-bioquímica por anos. Para ela, o assunto remédio começou antes da medicina.
Remédio é assunto para conversar com calma.
“Já ouvi essa frase muitas vezes e ela merece uma conversa calma, sem alarme.”
“Nem toda medicação psiquiátrica gera dependência.”
“cada um tem um perfil próprio de uso, de ajuste e de retirada”
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01uso
Se a medicação entrar no plano, você sabe por que ela foi proposta. A conversa vem antes da receita.
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02ajuste
O plano se move com o que você conta. “Ajustar dose”, “avaliar tempo de uso” e “acompanhar de perto” são palavras dela.
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03retirada
O fim também é planejado e conduzido “com segurança”, no tempo de cada pessoa.
“A decisão de usar ou não medicação é sempre conversada, nunca imposta.”
04quando procurar
Qual é o momento ideal de procurar um psiquiatra?
“Não existe um “ponto certo de sofrimento” que precisa ser atingido antes de buscar ajuda.”
“Se algo está incomodando sua rotina, seu sono, seus relacionamentos ou sua energia para viver o dia a dia, esse já é um bom motivo para olhar com mais cuidado para o que está acontecendo.”
Desenho: uma linha tracejada no alto marca a crise. A fita de luz corre bem abaixo dela e tem um nó no ponto em que já é um bom motivo para procurar ajuda. A fita muda de forma conforme o sinal escolhido.
três sinais de que ela fala · escolha um e a linha muda
“Me conta uma coisa: como anda seu sono ultimamente?”
“Dificuldade pra dormir, acordar várias vezes durante a noite, ou dormir demais e mesmo assim continuar cansado. Cada um desses sinais conta uma parte da sua saúde mental.”
“O sono costuma ser um dos primeiros avisos de que algo precisa de atenção.”
“Nem sempre a ansiedade aparece como uma crise.”
“Às vezes, ela está na preocupação constante, na necessidade de antecipar tudo e na sensação de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento.”
“Quando isso começa a ocupar espaço demais na sua vida, vale olhar para esse sofrimento com mais cuidado.”
“Você já tentou não pensar em alguma coisa e ela só voltou com mais força?”
“pensamento → desconforto → evitação → alívio passageiro → retorno do pensamento com mais força”
“Às vezes, o caminho não é lutar contra o que aparece na mente, mas permitir que esteja ali e tentar compreender o que está por trás.”
“Cuidar da mente não precisa acontecer apenas quando tudo parece insustentável.”
05consulta
Primeiro, a sua história.
Como é a primeira consulta, vista do lado de cá da mesa.
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Você conta.
“É sobre entender a história de cada pessoa antes de qualquer diagnóstico.”
É assim que ela descreve a psiquiatria que pratica:
sem rótulos e sem julgamento
.te avalia de forma muito humana observando todos os detalhes que você fala
Aline R., no Google -
Ela explica o que percebeu.
Depois de ouvir, ela diz o que percebeu, sem pressa. Assunto difícil, ela costuma abrir assim:
Gente, vamos conversar com calma
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Vocês decidem juntos.
“Cada caso é avaliado individualmente, com acompanhamento e ajuste feito junto com o paciente.”
Sobre a decisão de usar ou não medicação, a frase dela é:
Ela é sempre pensada junto com você
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Ela acompanha.
O cuidado continua depois da primeira conversa. A expressão dela para isso é
acompanhar de perto
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presencial no Setor Marista, em Goiânia, ou online
Agendar a primeira consulta06perguntas
Perguntas que ela ouve toda semana.
As respostas vêm com as palavras dela: o que está entre aspas foi dito ou escrito pela Dra. Luana.
“Recebo essa pergunta quase toda semana e entendo por quê.”
“Psicólogos trabalham com escuta, terapia e processos emocionais. Psiquiatras são médicos e podem avaliar quando existe necessidade de tratamento medicamentoso.”
“Muitas vezes o cuidado ideal envolve os dois trabalhando juntos, cada um com sua função.”
“Você pode contar com as duas.”
Dra. Luana Menezes
“Não é preciso esperar uma crise para pedir ajuda.”
“Cuidar da mente não precisa acontecer apenas quando tudo parece insustentável.”
Dra. Luana Menezes
“Psiquiatria pra mim nunca foi só sobre prescrever medicação.”
“A decisão de usar ou não medicação é sempre conversada, nunca imposta.”
Dra. Luana Menezes
“Nem toda medicação psiquiátrica gera dependência.”
“Cada caso é avaliado individualmente, com acompanhamento e ajuste feito junto com o paciente.”
Dra. Luana Menezes
Sim.
Ela atende presencialmente em Goiânia, no Setor Marista, e online.
Pelo WhatsApp, no número (62) 99876-1235.
Agendar pelo WhatsAppa sua pergunta é outra?
Perguntar pelo WhatsApp
07contato
Quando fizer sentido para você, ela está aqui.
A primeira conversa começa por uma mensagem. Você escreve no WhatsApp, combina o melhor dia e escolhe se prefere ir ao consultório, no Setor Marista, ou ser atendido online.
“Cuidado com a mente, no seu tempo”
→é aqui
R. 147, 303Setor Marista · Goiânia, GO
- online
- Consulta por vídeo, de onde você estiver.
- Dia e horário são combinados pelo WhatsApp.